Quando me vires desalentada
a penetrar o sossego da noite
como se seguisse a tua sombra
que mora solitária num pirilampo.
Não, amor
não chames por mim…
O silêncio que incorporo
são como estrelas
inanimadas
à espera do beijo,
que morre na minha boca.
Os sapatos que calço
rotos
penetram e encharcam de sangue
o asfalto iluminado onde te amo
endoidecida
desabrida…
ah, quase que selvaticamente!
És a minha vida
resumida
a uma delirante fantasia.
Vem… amor.
Quero que me abraces em silêncio
que me aconchegues com o teu olhar
com essas labaredas que engolem
a sede terrível que tenho de ti
dentro de mim…
ah, fora de ti
numa insanidade poética!
Amor, amor,
ama-me no chão
para que eu olhe o céu!
Faz de mim a eleita!
a penetrar o sossego da noite
como se seguisse a tua sombra
que mora solitária num pirilampo.
Não, amor
não chames por mim…
O silêncio que incorporo
são como estrelas
inanimadas
à espera do beijo,
que morre na minha boca.
Os sapatos que calço
rotos
penetram e encharcam de sangue
o asfalto iluminado onde te amo
endoidecida
desabrida…
ah, quase que selvaticamente!
És a minha vida
resumida
a uma delirante fantasia.
Vem… amor.
Quero que me abraces em silêncio
que me aconchegues com o teu olhar
com essas labaredas que engolem
a sede terrível que tenho de ti
dentro de mim…
ah, fora de ti
numa insanidade poética!
Amor, amor,
ama-me no chão
para que eu olhe o céu!
Faz de mim a eleita!

